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	<title>Comentários sobre Desvios no Caminho</title>
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	<description>A experiência de trilhar os últimos 200 Km do Caminho de Santiago</description>
	<lastBuildDate>Sun, 01 Mar 2009 04:13:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre XXII &#8211; O meu papel por Henrique Costa Lima</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/xxii-o-meu-papel/#comment-65</link>
		<dc:creator>Henrique Costa Lima</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 04:13:11 +0000</pubDate>
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		<description>Bianca , 

Não lembro de que maneira encontrei seu relato navegando nesta internet, mas gostaria de lhe escrever algo como agradecimento. Eu fiz o Caminho duas vezes , em 1996 e em 2006 , e vez por outra a saudade bate forte e eu o procuro de novo, fazendo caminhadas aqui pelo Rio ,pela Floresta da Tijuca, as vezes me recordando, e quando encontro um relato eu o devoro . Alguns já disseram isso e eu vou te repetir: o teu relato é o melhor de todos. A veracidade com que você se coloca chega a ser desconcertante . Não me considero parecido contigo, apesar de que frequentemente compartilhava do teu sentimento de angústia, provavelmente eu faria parte do ´´planeta feliz`` que seus amigos habitavam , para mim o Caminho simbolizou uma vida perfeita, a trilha , as pessoas , os dias se seguindo... pra mim é sinônimo de felicidade . Então fiquei torcendo por ti , desejando que você mudasse de idéia e fosse até Finisterre ( o fim não é na catedral - isso é fato ! ), à mim o mar ajudou a aceitar/perceber/sentir o final da jornada, afinal dali em diante não é mais possível caminhar... Até nisso você me surpreendeu , não poderia prever o jeito que você o finalizou, e bem . Enfim , tua sinceridade é de uma beleza ímpar , e gostaria de te dizer que escreves bem à béça ! Teria sido um prazer ter te encontrado pelo Caminho conversar ao longo de uma etapa, tomar uma copa, quem sabe daqui a uns dez anos ...  beijo carinhoso</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bianca , </p>
<p>Não lembro de que maneira encontrei seu relato navegando nesta internet, mas gostaria de lhe escrever algo como agradecimento. Eu fiz o Caminho duas vezes , em 1996 e em 2006 , e vez por outra a saudade bate forte e eu o procuro de novo, fazendo caminhadas aqui pelo Rio ,pela Floresta da Tijuca, as vezes me recordando, e quando encontro um relato eu o devoro . Alguns já disseram isso e eu vou te repetir: o teu relato é o melhor de todos. A veracidade com que você se coloca chega a ser desconcertante . Não me considero parecido contigo, apesar de que frequentemente compartilhava do teu sentimento de angústia, provavelmente eu faria parte do ´´planeta feliz&#8220; que seus amigos habitavam , para mim o Caminho simbolizou uma vida perfeita, a trilha , as pessoas , os dias se seguindo&#8230; pra mim é sinônimo de felicidade . Então fiquei torcendo por ti , desejando que você mudasse de idéia e fosse até Finisterre ( o fim não é na catedral &#8211; isso é fato ! ), à mim o mar ajudou a aceitar/perceber/sentir o final da jornada, afinal dali em diante não é mais possível caminhar&#8230; Até nisso você me surpreendeu , não poderia prever o jeito que você o finalizou, e bem . Enfim , tua sinceridade é de uma beleza ímpar , e gostaria de te dizer que escreves bem à béça ! Teria sido um prazer ter te encontrado pelo Caminho conversar ao longo de uma etapa, tomar uma copa, quem sabe daqui a uns dez anos &#8230;  beijo carinhoso</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre X &#8211; Portomarín que não chega! por Gui</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/x-portomarin-que-nao-chega/#comment-45</link>
		<dc:creator>Gui</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 03:46:23 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Amiga!
Estou no pique da viagem com voce, e quero a continuacao, hehe
Muito legal aquela construcao para o milho. Vi muitas dessas construcoes em Portugal tambem e eles fazem de concreto tambem.
Beijos com saudade</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Amiga!<br />
Estou no pique da viagem com voce, e quero a continuacao, hehe<br />
Muito legal aquela construcao para o milho. Vi muitas dessas construcoes em Portugal tambem e eles fazem de concreto tambem.<br />
Beijos com saudade</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Desvios no Caminho por Zero</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com#comment-33</link>
		<dc:creator>Zero</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 00:56:08 +0000</pubDate>
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		<description>De projeto novo e nem comenta com os amigos????rsss...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De projeto novo e nem comenta com os amigos????rsss&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre XIII &#8211; No meio do caminho tinha uma bolha por desvios</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/xiii-no-meio-do-caminho-tinha-uma-bolha/#comment-32</link>
		<dc:creator>desvios</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Aug 2007 22:39:45 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Consuelo! Seja bem vinda! Espero que chegue até o final e que decida trilhá-lo também. 

Besitos, Bianca</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Consuelo! Seja bem vinda! Espero que chegue até o final e que decida trilhá-lo também. </p>
<p>Besitos, Bianca</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre XIII &#8211; No meio do caminho tinha uma bolha por Consuelo</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/xiii-no-meio-do-caminho-tinha-uma-bolha/#comment-31</link>
		<dc:creator>Consuelo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 02:36:30 +0000</pubDate>
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		<description>De um blog em outro fui pulando e supreendentemente, cai no seu. O tal caminho tem sido comentado bastante por mim e por minha mãe, e estamos pensando no que fazer. E de repente, caio aqui, no caminho percorrido e contado por você...

Estou lendo e vou até o final, esperando o caminho me chamar e ir até o final dele também.

Beijo meu!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De um blog em outro fui pulando e supreendentemente, cai no seu. O tal caminho tem sido comentado bastante por mim e por minha mãe, e estamos pensando no que fazer. E de repente, caio aqui, no caminho percorrido e contado por você&#8230;</p>
<p>Estou lendo e vou até o final, esperando o caminho me chamar e ir até o final dele também.</p>
<p>Beijo meu!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre XX &#8211; A missa do peregrino por Débora</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/xx-a-missa-do-peregrino/#comment-24</link>
		<dc:creator>Débora</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jul 2007 16:59:06 +0000</pubDate>
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		<description>A FANTASIA MORAL

Súbitamente, da tosca moldura irradiaram trêmulos raios, cor de neve e cor de ouro. O vidro abriu-se ao meio com o fragor faiscante de uma porta do Céu. E de dentro o Cristo nao seu madeiro, sem despregar os braços, deslizou para mim serenamente, crescendo até ao teto, mais belo em majestade e brilho que o sol ao sair de trás os montes.
Com um berro caí sobre os joelhos; bati a fronte apavorado no assoalho. E então senti esparsamente pelo quarto, com um rumor manso de brisa entre jasmins, uma voz repousada e suave:
- quando ias à igreja no alto da Graça beijar no pé uma imagem – o fazias para contar à titia a piedade com que deras o beijo: nunca houve oração nos teus lábios, nem humildade no teu olhar – que não fosse para que a titia fosse agradada no seu fervor de beata. O Deus a que te prostravas era o dinheiro da herança; e o Céu para o qual teus braços trêmulos se erguiam o testamento da titia...
Para lograres nele o melhor lugar, fingiste-te devoto sendo incrédulo; casto sendo devasso; caridoso sendo mesquinho; e simulaste a ternura do filho tendo só a rapacidade do herdeiro...Foste ilimitadamente Hipócrita!
Tinhas duas existências: uma ostentada diante dos olhos da titia, tôda de rosários, de jejuns, de novenas; e longe da titia, sorrateiramente, outra, toda de gula...
Mentiste sempre:: e só eras verdadeiro para o Céu, para o mundo, quando rogavas a Jesus e a Virgem que rebentassem depressa a titia. Depois resumiste esse laborioso dolo duma vida intgeira num embrulho! Mas noutro embrulho parecido trazias da Palestina a irrecusável evidência do teu fingimento...Ora aconteceu justiceiramente que o embrulho que ofertaste à titia e que a titia abriu – foi aquele que lhe revelava a tua perversidade! E isto prova-te. Teodorico, a inutilidade da hipocrisia!
- Eu não sei quem fez essa troca dos teus embrulhos, picaresca e terrível; talvez ninguém; talvez tu mesmo! Tu dizes que te persigo! Não. O óculo, isso o que chamas profundas sociais, são obra das tuas mãos – não obra minha. Eu não construo os episódios da tua vida; assisto-o a eles e julgo-os placidamente... Sem que Eu me mova, nem intervenha influência sobrenatural – tú podes ainda descer a misérias mais torvas, ou elevar-te aos rendosos paraísos da terra e ser diretor de um Banco...Isso depende meramente de ti, e do teu esforço de homem...
Escuta ainda! Perguntavas-me, há pouco, se eu me não lembrava do teu rosto...Eu pergunto-te agora se não te lembras da minha voz... Eu não sou Jesus de Nazaré, nem outro Deus criado pelos homens.. Sou ainda anterior aos deuses transitórios: eles dentro em mim nscem, dentro em mim duram: dentro em mim se transformam; dentro em mim se dissolvem: e eternamente permaneço em torno deles e superior a eles, concebendo-os e desfazendo-os, no perpétuo esforço de realizar fora de mim o Deus absoluto que em mim sinto. Chamo-me a Consciência; sou neste instante a tua própria consciência refletida fora de ti, no ar, e na luz, e tomando ante teus olhos a forma familiar, sob a qual, tu, mal educado e pouco filosófico, estás habituado a compreender-me... Mas basta que te ergas e me fites, para que esta imagem resplandecente de todo se desvaneça. E ainda eu não levantara os olhos – já tudo desaparecera!
Então transportado como perante uma evidência do sobrenatural, atirei as mão ao Céu e bradei: - Oh meu Senhor Jesus, Deus e filho de Deus, que te encarnaste e padeceste por nós...
Mas emudeci... Aquela inefável voz ressoava ainda em minha alma, mostrando-me a inutilidade da hipocrisia. Consultei minha consciência que reentrara dentro de mim e cuspi dos meus lábios, tornados para sempre verdadeiros, o resto inútil de uma oração.
A RELÍQUIA – EÇA DE QUEIRÓS (1845-1900)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A FANTASIA MORAL</p>
<p>Súbitamente, da tosca moldura irradiaram trêmulos raios, cor de neve e cor de ouro. O vidro abriu-se ao meio com o fragor faiscante de uma porta do Céu. E de dentro o Cristo nao seu madeiro, sem despregar os braços, deslizou para mim serenamente, crescendo até ao teto, mais belo em majestade e brilho que o sol ao sair de trás os montes.<br />
Com um berro caí sobre os joelhos; bati a fronte apavorado no assoalho. E então senti esparsamente pelo quarto, com um rumor manso de brisa entre jasmins, uma voz repousada e suave:<br />
- quando ias à igreja no alto da Graça beijar no pé uma imagem – o fazias para contar à titia a piedade com que deras o beijo: nunca houve oração nos teus lábios, nem humildade no teu olhar – que não fosse para que a titia fosse agradada no seu fervor de beata. O Deus a que te prostravas era o dinheiro da herança; e o Céu para o qual teus braços trêmulos se erguiam o testamento da titia&#8230;<br />
Para lograres nele o melhor lugar, fingiste-te devoto sendo incrédulo; casto sendo devasso; caridoso sendo mesquinho; e simulaste a ternura do filho tendo só a rapacidade do herdeiro&#8230;Foste ilimitadamente Hipócrita!<br />
Tinhas duas existências: uma ostentada diante dos olhos da titia, tôda de rosários, de jejuns, de novenas; e longe da titia, sorrateiramente, outra, toda de gula&#8230;<br />
Mentiste sempre:: e só eras verdadeiro para o Céu, para o mundo, quando rogavas a Jesus e a Virgem que rebentassem depressa a titia. Depois resumiste esse laborioso dolo duma vida intgeira num embrulho! Mas noutro embrulho parecido trazias da Palestina a irrecusável evidência do teu fingimento&#8230;Ora aconteceu justiceiramente que o embrulho que ofertaste à titia e que a titia abriu – foi aquele que lhe revelava a tua perversidade! E isto prova-te. Teodorico, a inutilidade da hipocrisia!<br />
- Eu não sei quem fez essa troca dos teus embrulhos, picaresca e terrível; talvez ninguém; talvez tu mesmo! Tu dizes que te persigo! Não. O óculo, isso o que chamas profundas sociais, são obra das tuas mãos – não obra minha. Eu não construo os episódios da tua vida; assisto-o a eles e julgo-os placidamente&#8230; Sem que Eu me mova, nem intervenha influência sobrenatural – tú podes ainda descer a misérias mais torvas, ou elevar-te aos rendosos paraísos da terra e ser diretor de um Banco&#8230;Isso depende meramente de ti, e do teu esforço de homem&#8230;<br />
Escuta ainda! Perguntavas-me, há pouco, se eu me não lembrava do teu rosto&#8230;Eu pergunto-te agora se não te lembras da minha voz&#8230; Eu não sou Jesus de Nazaré, nem outro Deus criado pelos homens.. Sou ainda anterior aos deuses transitórios: eles dentro em mim nscem, dentro em mim duram: dentro em mim se transformam; dentro em mim se dissolvem: e eternamente permaneço em torno deles e superior a eles, concebendo-os e desfazendo-os, no perpétuo esforço de realizar fora de mim o Deus absoluto que em mim sinto. Chamo-me a Consciência; sou neste instante a tua própria consciência refletida fora de ti, no ar, e na luz, e tomando ante teus olhos a forma familiar, sob a qual, tu, mal educado e pouco filosófico, estás habituado a compreender-me&#8230; Mas basta que te ergas e me fites, para que esta imagem resplandecente de todo se desvaneça. E ainda eu não levantara os olhos – já tudo desaparecera!<br />
Então transportado como perante uma evidência do sobrenatural, atirei as mão ao Céu e bradei: &#8211; Oh meu Senhor Jesus, Deus e filho de Deus, que te encarnaste e padeceste por nós&#8230;<br />
Mas emudeci&#8230; Aquela inefável voz ressoava ainda em minha alma, mostrando-me a inutilidade da hipocrisia. Consultei minha consciência que reentrara dentro de mim e cuspi dos meus lábios, tornados para sempre verdadeiros, o resto inútil de uma oração.<br />
A RELÍQUIA – EÇA DE QUEIRÓS (1845-1900)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre X &#8211; Portomarín que não chega! por Débora</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/x-portomarin-que-nao-chega/#comment-23</link>
		<dc:creator>Débora</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jul 2007 01:12:58 +0000</pubDate>
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		<description>Incrivel como é gostoso ler o que voce escreve, andei mais de 100 Km em minutos.
Gostoso ver o dois outra vez.
Vou continuar esta viagem ainda esta noite.
Beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Incrivel como é gostoso ler o que voce escreve, andei mais de 100 Km em minutos.<br />
Gostoso ver o dois outra vez.<br />
Vou continuar esta viagem ainda esta noite.<br />
Beijos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre XXII &#8211; O meu papel por ntvianna</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/xxii-o-meu-papel/#comment-22</link>
		<dc:creator>ntvianna</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 19:21:59 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssima
Uma experiência e tanto!
Um dia, ainda na ativa, fui &quot;convidado&quot; para um caminho de 110Km, um pouco diferente do seu, pois as paradas eram programadas a cada 4 Km (10 min), com um &quot;grande alto&quot; de 2 horas a cada 24 Km.
Tuas bolhas, as conheço todas, e lembro ainda a aflição que vinha um pouquinho antes de tocar o pé no chão...
Sabia que ia doer, mas que remédio? era mesmo para apoiar o peso do corpo, não?
E como funciona a cabeça, como se não fizesse parte de nós, elaborando seus próprios caminhos, desligada do problema, não é?
Fiz com você esta experiência, e lembrei-me, a cada passo teu, das coisas que passei no &quot;meu&quot; caminho.
Quer saber? Acho, como já disse, que a experiência vale por si só. Se eu não tivesse cumprido meus 110 Km, jamais teria a certeza de que conseguiria.
Como é bom chegar! Como é bom saber que se pode contar com o apoio incondicional de quem nos ama! Como é suave o leito depois do esforço! como é saboroso o alimento que nos refaz as forças!Como é bom esquecer o peso da mochila!Como é bom viver!
Nossas dúvidas se desmancham sempre nessas pequeninas certezas, não é.
Meu catolicismo, como o seu, ficou pelos itinerários das dúvidas não sanadas pelo clero, não na certeza de que o Pai é bom e justo, justo e perfeito. Temos que prosseguir,sabendo que algo vai doer, mas que as compensações nos vão ser oferecidas um pouquinho antes de atingirmos nosso limite.Esta, para mim, a grande lição da Via Crucis.
Orgulhoso de você e do amor de meu filho por você.
Alonguei-me alem do pretendido e do necessário. Perdão.
Beijos 
NTVianna</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssima<br />
Uma experiência e tanto!<br />
Um dia, ainda na ativa, fui &#8220;convidado&#8221; para um caminho de 110Km, um pouco diferente do seu, pois as paradas eram programadas a cada 4 Km (10 min), com um &#8220;grande alto&#8221; de 2 horas a cada 24 Km.<br />
Tuas bolhas, as conheço todas, e lembro ainda a aflição que vinha um pouquinho antes de tocar o pé no chão&#8230;<br />
Sabia que ia doer, mas que remédio? era mesmo para apoiar o peso do corpo, não?<br />
E como funciona a cabeça, como se não fizesse parte de nós, elaborando seus próprios caminhos, desligada do problema, não é?<br />
Fiz com você esta experiência, e lembrei-me, a cada passo teu, das coisas que passei no &#8220;meu&#8221; caminho.<br />
Quer saber? Acho, como já disse, que a experiência vale por si só. Se eu não tivesse cumprido meus 110 Km, jamais teria a certeza de que conseguiria.<br />
Como é bom chegar! Como é bom saber que se pode contar com o apoio incondicional de quem nos ama! Como é suave o leito depois do esforço! como é saboroso o alimento que nos refaz as forças!Como é bom esquecer o peso da mochila!Como é bom viver!<br />
Nossas dúvidas se desmancham sempre nessas pequeninas certezas, não é.<br />
Meu catolicismo, como o seu, ficou pelos itinerários das dúvidas não sanadas pelo clero, não na certeza de que o Pai é bom e justo, justo e perfeito. Temos que prosseguir,sabendo que algo vai doer, mas que as compensações nos vão ser oferecidas um pouquinho antes de atingirmos nosso limite.Esta, para mim, a grande lição da Via Crucis.<br />
Orgulhoso de você e do amor de meu filho por você.<br />
Alonguei-me alem do pretendido e do necessário. Perdão.<br />
Beijos<br />
NTVianna</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre XXII &#8211; O meu papel por Selma</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/xxii-o-meu-papel/#comment-21</link>
		<dc:creator>Selma</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 13:37:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/xxii-o-meu-papel/#comment-21</guid>
		<description>Muitas respostas ainda virão, sem mesmo você esperar por elas!
Ultreya!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas respostas ainda virão, sem mesmo você esperar por elas!<br />
Ultreya!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre VII &#8211; O feijão não resolveu por Selma</title>
		<link>http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/vii-o-feijao-nao-resolveu/#comment-20</link>
		<dc:creator>Selma</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 09:52:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desvios.wordpress.com/2007/06/25/vii-o-feijao-nao-resolveu/#comment-20</guid>
		<description>Li esse post sem respirar... 40Km, incluindo o Cebreiro depois de uma &quot;não&quot; noite de sono...
E que bela mensagem, essa do cão pastor...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Li esse post sem respirar&#8230; 40Km, incluindo o Cebreiro depois de uma &#8220;não&#8221; noite de sono&#8230;<br />
E que bela mensagem, essa do cão pastor&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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